quinta-feira, 14 de julho de 2011

             Enquanto a noite se segue acompanhada pelo silêncio e pelo brilho esférico da lua, eu estou aqui a mercê do desapontamento. Mas fique despreocupado, pois nos últimos dias tem sido assim. Não que eu queira assim, mas que infelizmente, sem dever eu me apropriei deste desapontamento há um tempo atrás. Isso me faz sentir congelada, ensimesmada, regredida. Desculpe, mas eu sei que você poderia me auxiliar nestas questões que talvez seja do coração e da alma.
             Sim, eu durmo desta maneira e acordo revigorada pra poder mudar esta situação. Porém, é como se todo esse vigor fosse engolido pela ansiedade de tornar a existir tudo que foi concebido por você na noite antecedente, e o que era sábio e sagrado se tornara hipócrita e profano. Pedir desculpas é o suficiente? Não, eu sei que não. Então, por favor, eu lhe emploro Bom Senso que como uma lâmpada, acenda-se dentro de mim, em todas as manhãs.

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